A verdade está morta?

Quando os jovens radicais da década de 1960 se tornaram na nova geração de professores, políticos e líderes culturais, eles trouxeram consigo um sistema de valores desprovido de verdade absoluta.
"Os radicais tornaram-se na nova norma, e a nova norma era basicamente que os absolutos morreram", escreveu a Decision Magazine. “Uma pessoa tem que conceber a sua própria vida num sistema de crenças assim. E agora, passou cerca de meio século desde esse tempo e cantam de galo. A América perdeu o seu rumo”.
Na era digital, a morte dos absolutos é especialmente perigosa, porque “a capacidade de armar a rebelião através dos media e da tecnologia é muito mais fácil”.







