A história por detrás ... Mantém acesas as luzes mais baixas

Numa das reuniões evangelísticas realizada na América por D.L. Moody, ele relatou a história de um naufrágio numa noite escura e tempestuosa, quando nem mesmo uma estrela era visível no céu. Um navio aproximava-se do porto de Cleveland, trazendo um piloto a bordo. O comandante, notando apenas uma única luz quando se aproximavam - a do farol - perguntou ao piloto se tinha a certeza de que aquele era o porto de Cleveland, já que outras luzes deveriam estar acesas à entrada do porto. O piloto respondeu que tinha a certeza, e então o comandante perguntou:
"Onde estão as luzes mais baixas?" "Apagaram-se, comandante", respondeu o piloto.
"Pode fazer-se ao porto, então?", Perguntou o comandante, ao qual o piloto respondeu:
"Temos de nos fazer, comandante, ou pereceremos."
Corajosamente, o velho piloto dirigiu a embarcação procurando conduzi-la em segurança. Mas ah! Na escuridão da entrada do porto, ele não acertou com o canal, o navio bateu em muitas rochas e, nas águas tempestuosas perderam-se muitas vidas.
Então Moody fez um apelo à audiência: "Irmãos, o Senhor garante o grande farol! Mantenhamos nós acesas as luzes mais baixas!"
Entre os ouvintes de Moody naquela noite estava Philip P. Bliss, o célebre escritor de hinos e a impressionante história, inspirou-o a escrever um dos seus hinos mais populares:
A misericórdia do nosso Pai irradia claramente
Do Seu farol eterno!
Mas Ele quer que mantenhamos permanentemente
Acesas na costa as luzes que desviam do inferno.
Refrão:
Que as luzes mais baixas sejam clarão!
Que enviem luz na ondulação!
Algum pobre marinheiro que desfalece a lutar
Podes resgatar, podes salvar.