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Deus pode ajudar-me a ser menos impaciente?

Billy Graham


Pergunta
: A minha maior falha (ou assim as pessoas continuam a dizer-mo) é a impaciência. Como a maioria das pessoas, fico impaciente quando as coisas importantes dão errado, mas as pequenas coisas também me perturbam. Eu acho que nasci assim, e não tenho a certeza de que possa fazer algo a este respeito. E de qualquer maneira, que diferença faz? - F.T.

Resposta: Já se interrogou porque é que as pessoas continuam a falar-lhe nisso? A razão, suspeito, é porque a sua impaciência se torna muito difícil de elas serem suas amigas - e essa é uma das razões porque precisa de superar isso. A Bíblia diz: "A pessoa que se mantém calma é sábia, mas a que facilmente perde a calma mostra que não tem juízo" (Provérbios 14:29 NTLH).

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25-07-2017 - Partiu para o Senhor, como 88 anos de idade, o compositor do famoso cântico "Eram Cem ovelhas"

Juan Romero

     Juan Romero, autor da canção “Visión Pastoral” ou "Eram Cem Ovelhas" como é conhecida na língua portuguesa, foi um compositor e comunicador mexicano. Partiu para o Senhor na passada sexta-feira (21) com 88 anos de idade.

     A informação foi divulgada pela CVC La Voz, grupo de comunicação com quem Juan servia. “Juan Romero foi parte da nossa equipa, da nossa família”.

     “Com o seu exemplo, ele guiou-nos e ajudou-nos. Com a sua humildade, ensinou-nos que toda a glória deve ser dada sempre a Deus. Através dele pudemos ver que o nosso Senhor é sempre justo e misericordioso para com aqueles que O amam e são fiéis”, acrescentaram.

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Pseudo-ateu: o ignorante que pensa ser sábio

Gregor Mendel

     Um estudante ateu, no meio de um grupo de estudantes universitários ateus na Hungria, colocou, em nome deles todos, a seguinte questão a um crente:

     "Quando o cosmonauta soviético Yuri Gagarin foi para o espaço, ele procurou Deus e não O encontrou!"

     Voltando-se para o crente, continuou, "Não o viu! Gostaria de saber se o senhor já viu Deus".

     O crente respondeu assim: "De todo o conhecimento do mundo quanto dele possuís?"

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24-07-2017 - Intelectual chinês assume conversão em público e causa incómodo: "Decidi seguir a Jesus"

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     A recente conversão do escritor Ran Yunfei foi saudada como um milagre por muitos cristãos, mas causou controvérsia entre os intelectuais do país.

     O escritor Ran Yunfei já foi nomeado um dos "cem intelectuais públicos" da China. No entanto, uma confissão feita após anos distante da fé, surpreendeu o seu público: "Hoje, eu decidi seguir a Jesus", segundo informa o site China Christian Daily.

     Yunfei teve o seu primeiro contacto com os ensinos bíblicos na década de 1980, mas nos últimos anos tornou-se cético pela sua falta de "vontade de acreditar". Ainda assim, o escritor nunca desprezou os seus ensinos e incentivou o cristianismo na China.

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A conversão de um cineasta, filósofo ateu: “Naquela noite, no deserto do Saara, eu conheci Deus”

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     Para ele, o encontro com Deus foi imprevisto e imprevisível. Ele era ateu, filho de pais incrédulos, leitor de Diderot e dos iluministas do século XVIII.

     Eric-Emmanuel Schmitt, filósofo de formação, dramaturgo de nascimento, escritor prolífico e diretor de cinema é uma das figuras culturais francesas mais conhecidas internacionalmente.

     Em vinte anos, o belga Eric-Emmanuel Schmitt tornou-se um dos mais lidos e representados nos autores francófonos do mundo. Aplaudido pelo público e críticos, as suas obras têm sido premiadas por vários prémios Molière e o Grande Prémio da Academia de Teatro Francês. Os seus livros estão traduzidos em 45 línguas e o seu repertório está representado em mais de 50 países. De acordo com estatísticas recentes ele é hoje o autor mais estudado em escolas e institutos franceses.

    Schmitt contou ao jornal italiano Avvenire a história da sua conversão, numa noite de 1989, em pleno deserto de Hoggar, no Saara.

O extraordinário dom de Deus

     Schmitt se perdeu da sua comitiva e passou a noite sozinho. Foi assim que aconteceu o encontro com Deus. “Dizer que uma pessoa se converteu é dizer que ela fez uma escolha ativa e voluntária. Devo admitir que isto não representa exatamente o que eu vivi naquela noite no deserto. O que eu recebi foi uma graça e um dom extraordinário. E abri em mim todo o lugar e espaço possível para esse dom. Por isso, quando me chamam de ‘convertido’, eu prefiro ser definido como alguém que recebeu uma revelação”. Esta é “a expressão que me caracteriza melhor, porque ela fala da surpresa do presente que eu recebi. Eu não estava à procura de Deus, nem sabia que Deus estava à minha procura. Recebi como presente algo que eu não estava buscando. Esta revelação, para mim, foi apenas o começo”.

O estudo do Evangelho

     Quando voltou à França, o dramaturgo passou a ler vários poetas místicos de diversas religiões. “Após aquela revelação, eu percorri um caminho de descoberta do Evangelho. E houve um trabalho muito ativo da minha parte para entender esse texto cheio de contradições. Nisto eu posso dizer que experimentei uma conversão. Em síntese, portanto: no deserto, uma revelação; com o Evangelho, uma conversão”.

      “A minha força”, explica Schmitt, “está em não tentar cristianizar à forçar aquelas pessoas, mas em testemunhar o Evangelho com o exemplo da própria vida. Foi assim que Cristo mesmo fez em seu tempo”.

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