O sofrimento que existe, oriundo doenças, morte, tsunamis, terramotos, guerras, etc., qualquer que seja a sua origem, a verdade seja sita e reposta, ocorre por culpa do homem e não de Deus. Por conseguinte, tal argumento é um verdadeiro embuste. Desde a primeira hora que Deus preparou o melhor para o homem, um verdadeiro paraíso (Génesis 2:15). Porém o homem fez uma má escolha, estando pré-avisado de que essa má escolha lhe traria sofrimento e morte (Génesis 2:16; 3:16-19). Como se tal não bastasse, para resumir, o Senhor Jesus Cristo veio a este mundo, em graça (favor imerecido), estabelecer um reino de perfeita justiça e paz, sem guerras, nem doenças, nem sofrimento, nem morte, porém os homens disseram: "Não queremos que este reine sobre nós" (Lucas 19:14). Não é pois legítimo, sério, justo, atribuir a Deus o ônus do problema. O sofrimento existe por exclusiva culpa e responsabilidade do homem.
Note-se, porém, o seguinte: apesar da reincidência do homem, Deus continua a querer salvá-lo, mas na sua impertinência e insolência, o homem continua a rejeitá-Lo e, pasme-se, a atribuir-Lhe a culpa daquilo de que só ele é culpado. E assim temos o triste e lastimável espetáculo ridículo do homem rejeitar uma salvação que não merece, e depois reclamando de um castigo que merece.
Se porventura és um pseudo-ateu, depõe as armas do teu orgulho que te cega, pois só te estás a ferir a ti próprio e a magoar-te a ti mesmo.
Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo" (Atos 16:31).
Pergunta: Eu admito que estou revoltado com Deus, porque nasci com uma deficiência física que me tem limitado toda a minha vida, e eu culpo-O por me impedir de conduzir uma vida normal. Eu sei que algumas pessoas estão em pior situação, mas ainda assim sinto-me amargurado. Porque não havia de estar revoltado? - A.N.
Resposta: O mais importante que posso dizer é que Deus entende os seus sentimentos - e, no entanto, ele não o rejeita nem se indigna consigo. De facto, Deus ama-o - e uma vez que descubra essa verdade, a sua vida nunca mais será a mesma.
A Europa é um continente onde o cristianismo se acomodou e o secularismo tornou-se quase impositivo. Ainda assim, há episódios que demonstram a sede do povo pela Palavra de Deus, como a cruzada evangelística realizada no passado dia 08 de julho, em Londres, Inglaterra.
Chamada de Just One (Apenas Um), a cruzada foi organizada pelo evangelista J. John, e contou com apoio de diversos Cristãos e igrejas do Reino Unido. Para a imprensa, o evento foi a maior reunião de evangelização na capital inglesa desde as cruzadas promovidas por Billy Graham.
“Literalmente, milhares de pessoas foram à frente professar a sua fé no Senhor Jesus Cristo”, comentou Peter Wooding, da Aliança Global de Notícias em Londres. A conversão em massa foi apenas um dos resultados do evento, que tinha também o objetivo de incentivar os cristãos do país a erguerem a bandeira do Evangelho e comunicar a mensagem.
3. Se Deus é todo-poderoso, porque é que há coisas impossíveis para Ele?
Deus pode criar uma pedra tão pesada que Ele mesmo não possa levantá-la?
Se a resposta for SIM, Deus não seria todo-poderoso, pois Ele não teria o poder de levantar a pedra em questão.
Se a resposta for NÃO, Deus também não seria todo-poderoso, pois haveria pelo menos uma coisa que Ele não poderia fazer: criar a referida pedra.
Este é o famoso Paradoxo da Omnipotência. Ou seja, de qualquer maneira, teríamos um Deus que não seria todo-poderoso e, portanto, que não seria realmente Deus, já que a omnipotência é uma das características essenciais de Deus.
Se entendemos que Deus é criador do Universo, como é que Ele não poderia criar uma pedra como esta da pergunta?
Geralmente quem usa esse Paradoxo da Onipotência, não conhece o verdadeiro conceito da omnipotência de Deus. As pessoas geralmente pensam que o facto de Deus ser todo-poderoso (omnipotente), representa a sua capacidade de fazer qualquer coisa que queira. Mas não é assim!
Qualquer pessoa tem a capacidade de fazer algumas coisas que Deus não pode fazer e nem por isso somos omnipotentes.
Eis alguns exemplos de coisas que podemos fazer mas o Deus todo-poderoso não pode: pecar, mentir, trapacear, enganar, fazer o mal, ser incoerente, entre outros.
Logicamente não estamos a sugerir sequer que alguém faça alguma destas coisas, mas é um facto que temos o poder de fazê-las se quisermos, porém, não Deus.
Mas, então, como é que podemos dizer que Deus é omnipotente se Ele não pode tudo?
Dizemos isso porque o conceito de omnipotência de Deus não é poder fazer tudo, mas sim poder fazer tudo o que não seja contrário à Sua natureza, à sua Palavra, ou ao Seu caráter.
E o que isso tem a ver com a a questão da pedra acima?
Conforme vimos, a coerência faz parte da natureza de Deus. Porém, alguém pode questionar: “Ok, entendi que Deus é coerente e que isso emana da Sua natureza, mas Ele não poder criar uma pedra tão pesada que Ele mesmo não possa levantá-la, seria algo incoerente?”
Sim, seria uma grande incoerência, pois isso é uma falácia do raciocínio. A falácia está em considerar que algo finito (pedra) poderia limitar um Ser infinito (Deus). Ou seja, a falácia da pergunta decorre de misturar na mesma categoria categorias diferentes: finito e infinito.
Por outras palavras, Deus não pode criar uma pedra que Ele mesmo não possa levantar, mas isso não tem nada a ver com ausência de omnipotência. Supor que um ente finito limitaria o poder de um Ser infinito seria contrário a lógica, seria incoerente, e, portanto, contrário à natureza de Deus.
Outro exemplo bem simples é sugerir que Deus pode criar um quadrado redondo, o que é logicamente impossível, pois estamos diante de categorias diferentes, portanto se não é lógico, não é algo que Deus possa fazer e nada O desmerece na Sua omnipotência.
Conclusão
Como a omnipotência divina é fazer tudo o que seja de acordo com a natureza de Deus, d'Ele não se pode esperar que faça algo contrário à mesma.
O vídeo s seguir também explica um pouco essa questão, mas com foco na relação entre a omnipotência de Deus e a nossa liberdade de escolha (livre-arbítrio). Não deixes de o ver - é curto:
Uma empresa canadiana está arrecadando dinheiro on-line para o que ela chama de "primeiro brinquedo educacional transgénero" do mundo, no qual as crianças são diabolicamente doutrinadas na ideologia de género, ou seja, ensinadas que podem "mudar seu género com a frequência que quiserem".
Uma página foi criada no site 'Kickstarter' - de arrecadações online - para o brinquedo chamado "Sam", criada pela 'Gender Creative Kids Canada', e já arrecadou mais de 15.000 dólares, afirmando que isto servirá para "educar as pessoas em todo o mundo sobre questões de identidade de género".
"Sam é uma ferramenta essencial projetada para ajudar as crianças a entenderem o que significa crescer como uma criança transgénero", diz diabolicamente o site.
Um vídeo do YouTube que apresenta o brinquedo conta a história de Sam e as muitas etapas do "questionamento de género" pelo qual o personagem passa. Como um bebé, Sam começa a vida "felizmente desconhecendo o que é o género", antes de começar a "explorar o género através do jogo" diabólico "de identidade" e questionar "normas culturais de género".