
Na República Islâmica, livros são submetidos a um rígido processo de aprovação. Mas a disseminação de atos violentos, mesmo na literatura para crianças, não parece ser um problema.
O cão era um traidor, um dos cúmplices do lobo-mau. A punição: execução for enforcamento. Foi o mesmo destino, em uma outra história, de um gato inimigo, derrotado pelos ratos. São cenas de contos infantis no Irão, país onde cerca de mil pessoas foram executadas em 2015, muitas em público e na presença de espectadores.
Livros de entretenimento e romances são caros. Os seus conteúdos são fortemente controlados e precisam ser aprovados por um conselho de supervisão do Ministério da Cultura. E livros infantis não são exceção: também precisam satisfazer os rígidos critérios estabelecidos para defender os valores religiosos do Irão. “Eu olho com muito cuidado o que eu compro para minha filha de 8 anos de idade. Tenho que me certificar que ela não receba livros que celebrem a violência”, diz a designer gráfico Shohreh.
Ela descreve um boom na literatura para jovens no Irão. “Livros infantis são muito mais vendidos do que todos os outros livros. Sei de muitos pais que preferem dar livros aos seus filhos, embora eles próprios não gostem de ler.”
Ler mais …29-11-16 - Livros infantis no Irão glorificam violência, e isso não parece ser problema

O primeiro recém-nascido no mundo
Em Génesis 4:1 podemos ler que quando a primeira criança nasceu neste mundo Eva exclamou: “Alcancei do Senhor um varão!”, e o menino foi chamado de Caim, que significa aquisição, proveito ou conquista.
Alguns estudos hebraicos levam a crer que Eva na realidade afirmou: “Alcancei um varão – Jeová!” No entanto, apesar de não termos uma certeza absoluta disso, nos parece evidente que Eva tinha concluído que tinha acabado de dar à luz a semente prometida em Génesis 3:15.
Ler mais …O Apóstolo Paulo e os Filhos de Adão (I)