05-10-16 - Criacionismo invade a Europa

Nós estamos acostumados a pensar no criacionismo como um fenómeno exclusivamente norte americano. Não é. Apesar de ter surgido nos EUA, o criacionismo organizado espalhou-se pelo mundo. Mas, na Europa, o criacionismo não representa uma comunidade unida; varia muito de um país para o outro. Em alguns países, o criacionismo fornece identidade para comunidades religiosas menores, e tem pouco impacto. É o caso da Escandinávia. Em outros lugares, o criacionismo está ligado à subculturas bem organizadas e substanciais. Podemos observar isso na Holanda. E, em alguns outros locais, o criacionismo existe entre elites religiosas que possuem um poder político considerável. Um exemplo notável é a Rússia.
Por anos, ainda que criacionistas estivessem a crescer em número nos países europeus e desenvolvendo, gradualmente, influência em escolas e comunidades locais, eles mantinham-se fora do radar e não eram uma grande preocupação. Não até, pelo menos, há uma década, quando o Conselho da Europa emitiu um alerta contra o crescimento do criacionismo e sobre a possível ameaça que ele representava para o sistema educacional. Nesse momento, o criacionismo virou tema de debate público e político. Pesquisas foram feitas por toda a Europa para determinar a opinião pública. Algumas pesquisas online foram hackeadas por criacionistas turcos que buscavam alterar o resultado. Livros, panfletos e sites foram lançados e começaram a circular. E os media apreciaram.
Alguns jornalistas investigativos tentaram entender o que estava realmente a acontecer e quem eram esses criacionistas. A maioria, eles descobriram, estavam apenas repetindo a velha temática ciência versus religião — evolução contra criação, com Darwin de um lado e Deus no outro, esperando o sino para começarem o próximo round. Desavisados sobre todos os truques desenvolvidos pelos criacionistas americanos, no entanto, os jornalistas europeus frequentemente pulavam para a “perspectiva balanceada” padrão, olhando o caso dos dois pontos de vista. A cobertura noticiosa e as histórias para contextualização tratavam das diferenças entre ciência e religião como uma questão de gosto pessoal. Onde ainda não havia debate, os media ajudavam os criacionistas a criar um na esfera pública.
IQC - XLI Culto de Mulheres
Culto de mulheres realizado na Igreja em Quinta do Conde (IQC) em 18 de julho de 2015.
Qual é a nossa Grande Comissão? (IV)

04-10-16 - “Ó, meu Senhor Jesus”, clamaram os cristãos antes de serem decapitados

Em fevereiro de 2015, o mundo todo soube da execução de 21 cristãos egípcios numa praia da Líbia. O vídeo com as imagens deles caminhando, vestindo macacões laranja, tornou-se um símbolo da intolerância religiosa do grupo terrorista Estado Islâmico (EI).
O título do vídeo divulgado pelo EI já continha uma ameaça: “Uma mensagem assinada com sangue para a nação da Cruz”. Segundo a advogada e ativista pelos direitos humanos Jacqueline Isaac, a maior parte do material não foi exibido pelos meios de comunicação.
Eles evitaram mostrar o momento em que as vítimas se negam a converter-se ao islamismo. Alguns dos cristãos fizeram ali suas últimas orações. Quando estavam prestes a ser decapitados, todos gritaram em uníssono “Ya Rabbi Yasou”, uma invocação comum entre os cristãos egípcios, que significa “Ó, meu Senhor Jesus.”
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Posso ser religioso?
Pergunta: Eu não cresci numa família religiosa, e eu próprio nunca fui religioso. Será possível que alguém como eu, que nunca teve qualquer religião, se torne religioso? Ou será demasiado tarde (estou quase com setenta anos de idade)? - R. P.
Resposta: Não, nunca é tarde demais qualquer pessoa descobrir a maior verdade que alguma vez pode conhecer: que Deus ama-nos, independentemente de quem somos ou do que tenhamos feito, e que quer receber-nos no Seu lar e tornar-nos Seus filhos para sempre.
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