
Contrariando o Senhor Jesus Cristo, que enviou os doze apóstolos a pregar às ovelhas PERDIDAS da casa de Israel (Mateus 10:5,6), entre os quais apóstolos estava Pedro, considerado pela igreja católica o primeiro papa, o Vaticano declarou num documento divulgado dia 10, e noticiado pelo Jornal "O Público" no dia 11, que os católicos não devem tentar converter judeus.
Contrariando, por outro lado o ensino das Escrituras que diz que "todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" (Romanos 3:23) e que "Deus encerrou a todos debaixo da desobediência, para com todos usar de misericórdia" (Romanos 11:32), e que só quem está em Cristo, e portanto é Cristão, é que é uma nova criatura (2 Coríntios 5:17) através da pregação do Evangelho da graça de Deus, uma comissão teológica católica decretou incrivelmente agora que os judeus podem obter a salvação eterna sem se tornarem cristãos.
Cinquenta anos depois da declaração Nostra Aetate, que pôs fim a séculos de desprezo e abriu o diálogo da Igreja com os judeus, esta comissão foi assim um pouco mais longe do que Bento XVI, que se pronunciou num livro em 2011 contra todos os esforços para converter os judeus. Pior do que perseguir os Judeus e ostracizá-los, que foi o que a igreja católica fez no passado, é agora privá-los de uma salvação que eles não podem, de todo, dispensar.