
Apesar de todas as mudanças comportamentais das últimas décadas, estudo realizado há três anos atrás revelou que os jovens ainda tinham entre as suas grandes aspirações a formação de uma família.
Um estudo mais recente acaba de concluir uma ampla pesquisa que confere contornos mais nítidos àquela descoberta: sim, a chamada geração Y continua a sonhar com uma família, mas o que ela entende por família é uma coisa bastante diferente do conceito tradicional.
"Houve um processo de transformação. Para essa geração, a família pode ter outros vieses e outros formatos", observa Ilton Teitelbaum, coordenador do núcleo de pesquisa do Espaço Experiência, ligado à Faculdade de Comunicação Social (Famecos), responsável pelo projeto.
Vemos hoje uma variedade de sistemas de governo. Esta variedade encontra-se nas Escrituras? A resposta é não. O governo naquela época sempre foi pela pluralidade de anciãos. Os anciãos são mencionados como os que lideraram a obra em Jerusalém (At 11:30). Quando as igrejas foram estabelecidas, Paulo e Barnabé eram diligentes em apontar anciãos em cada Igreja (At 14:23). Mais tarde Paulo enviou Tito para estabelecer anciãos em todas as cidades de Creta (Tito 1:5). Ele teve o cuidado de deixar escritas as qualificações para este serviço (1 Tm 3:1-7). Diáconos também foram mencionados. Estes foram apontados quando era necessário (At 6:1-6; Fp 1:1).
Em nenhum caso achamos os apóstolos apontando um homem como o bispo ou o pastor de alguma igreja. Essa prática, que hoje é tão comum na Cristandade, é totalmente sem apoio nas Escrituras. As igrejas no tempo do Novo Testamento eram uniformes na sua organização. Nestas igrejas havia liberdade para o desenvolvimento e operação dos dons espirituais (1 Co 14:26). Paulo não viu isto como uma "opção" mas sim como mandamento de Deus (1 Co 14:37). Um sistema clerical, ao restringir as pregações a um grupo de elite, limita a operação do Espírito Santo.
- Donald L. Norbie
Pergunta: Os meus pais divorciaram-se há dois anos, e eu escolhi ficar com o meu pai. Agora eu não tenho a certeza que fiz a coisa certa, pois ele realmente não me quer por perto. Às vezes desejava simplesmente poder fugir para algures. O que devo fazer? - Z.S.
Resposta: Deixa-me começar por te dizer o que não deves fazer: não deves sequer pensar em fugir. Sim, estás numa situação difícil - mas as coisas só iriam piorar se batesses as ruas sem teres um lugar para ir. Uma das cartas mais tristes que recebi veio de quem fugiu de casa, apenas para ser vítima da exploração de homens maus que andavam à procura de jovens vulneráveis.
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