
A revolução sexual que começou a sério há cinco décadas com promessas de novas e libertadoras liberdades sexuais, deixou atrás de si, pelo contrário, um quadro de destruição moral que tem minado o tecido e fundação da nossa nação. Ao desprezar o que foi percebido como as restrições puritanas das gerações anteriores, os anos 60 e os anos 70 lançaram uma nova era de experimentação sexual. A revolução, inaugurada publicamente com o "Summer of Love" (verão de amor) de 1967 no distrito de Haight-Ashbury, em San Francisco, prometeu uma era iluminada de moralidade sexual.
A nova forma de pensar, dizia que a coabitação não era realmente um problema. O divórcio não era assim tão prejudicial quanto se pensava. A promiscuidade não representava qualquer perigo claro e presente para a unidade familiar. A atração por pessoas do mesmo sexo era perfeitamente normal. A pornografia era pouco motivo de grande preocupação. Na verdade, toda uma indústria desenvolvia-se em torno da sua sedução espúria.
Ler mais …Franklin Graham sobre a praga da imoralidade
Culto de mulheres realizado na Igreja em Quinta do Conde (IQC) em 22 de fevereiro de 2014.
Tema : Mentiras que as mulheres acreditam… acerca dos filhos (Continuação)
“Todos os filhos passam por uma fase rebelde”
“Eu sei que o meu filho está salvo, porque quando ele era pequeno orou para receber O Senhor Jesus.”
“Nós não somos responsáveis por aquilo em que os nossos filhos se tornam.”
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