Missiva do Nando
“Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.” MAT 5:16.
Meus queridos irmãos, é um privilégio para mim poder partilhar estas palavras com vocês. Como sabem nós estamos em Angola, por agora, e o dia de amanhã O Senhor saberá mas, enquanto isso, é aqui que estamos e vivemos o dia-a-dia. É um pais de uma beleza natural assim como de um clima maravilhoso. Até nisso O Senhor se preocupou, para este povo humilde e desprovido de qualquer meio de proteção a um clima mais agreste. A palavra “frio” é pouco usada, mas o que mais me preocupa, é a cultura da feitiçaria; isso, sim, é o motivo para as nossas orações. Para vocês ficarem mais dentro do assunto, a feitiçaria em África tem raízes muito profundas, que passam de geração em geração. Até à data era uma prática condenada e proibida, mas sempre usada pelo povo, e mesmo pelos governantes duma maneira discreta; só que a procura é tanta que, no fim de 2012, o governo legalizou a abertura desta prática a quem quiser. Isso não é por falta de igrejas abertas em Angola, mas sim por falta da Palavra ser pregada com verdade, das verdades Bíblicas não serem defendidas. Os crentes não estão a ser a luz que O Senhor deseja, o culto ao demónio está a ser prioridade dos políticos e responsáveis pelo governo deste país. O nosso Deus diz-nos para orarmos pelos nossos governantes e é isso que temos que fazer; e defender as verdades Bíblicas.
Irmãos, as lutas aí certamente serão outras, mas as armas que temos são as mesmas e temos que as usar, pois cada um de nós é um Soldado de CRISTO. Sejamos fieis assim como O Senhor é fiel para connosco. Um abraço forte deste irmão e fuzileiro do Senhor que tanto vos ama,
NANDO
(Fernando Quental)
Pergunta: Eu amo o meu avô e odeio dizer algo contra ele, mas ele é muito preconceituoso com pessoas de outras raças. Ele parece fazer questão de falar sobre isso quando levamos os nossos filhos a visitá-lo. Como devemos lidar esta situação com eles? – Srª S.S.
Certo dia, enquanto esperava que soasse o toque de entrada para aula, observei um colega meu. Até aqui nada de especial. É perfeitamente normal observarmo-nos uns aos outros. Mas convém referir que este meu colega tem um problema físico, já de nascença, que lhe limita a mobilidade dos membros do lado esquerdo do corpo.