
Sabemos que a nação de Israel tem sido tema controverso ao longo dos anos e várias gerações, atraindo uns a seu favor e outros contra - e esta realidade não é exceção na atualidade.
Se não é estranho ver descrentes e incrédulos serem contra Israel, ainda que nem todos, já não podemos dizer o mesmo relativamente a Cristãos professos, mesmo apesar de na atual dispensação da graça Deus estar a tratar da formação da Igreja, o Corpo de Cristo, Seu povo celestial. Tal acontece porque, infelizmente muitos crentes não manejam bem a Palavra da verdade. (2 Tim. 2:15), abraçando uma teologia antibíblia conhecida como teologia da substituição (também conhecida como supersessionismo) essencialmente ensinando que a Igreja substituiu Israel no plano de Deus e que, portanto, Israel deixou de contar. Os chamados Calvinistas e Aliancistas, por exemplo, enfermam desta crença errada.
Os aderentes à teologia de substituição acreditam que os judeus não são mais o povo escolhido de Deus e que Deus não tem planos futuros específicos para a nação de Israel. A teologia da substituição ensina que a Igreja é a substituição de Israel e que muitas promessas feitas a Israel na Bíblia são cumpridas na Igreja cristã, não em Israel. Sendo assim, as profecias nas Escrituras sobre bênção e restauração de Israel à Terra Prometida são "espiritualizadas" ou “alegorizadas” em promessas das bênçãos de Deus para a Igreja. Convém aqui lançar o alerta e lembrar que a espiritualização das Escrituras é a mãe de todas as heresias, não devendo nós, crentes que querem ser fiéis a Deus, incorrer em tal erro.
Ler mais …19-10-2023 - Israel na ótica da Bíblia