Franklin Graham, filho do famoso evangelista Billy Graham, comparou a rápida ascensão das empresas "big techs" (empresas gigantes de tecnologias) como a Amazon, Apple, Google, Facebook e outras, que estão a construir um império e muita riqueza como nunca antes, à Torre de Babel.
Franklin Graham, fez essa comparação depois de ler o artigo de Linda Kinstler, que foi publicado pelo jornal The New York Times “Poderia Silicon Valley encontrar Deus?”. O lugar é uma região da Califórnia que abriga a maior parte das empresas "big techs".
Como a cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não pode conter o seu espírito. Provérbios 25:28
Quando as muralhas de Jericó caíram, os moradores ficaram instantaneamente vulneráveis. Do mesmo modo, a falta de autodisciplina me deixa vulnerável e presa fácil dos ataques mais sombrios dos meus inimigos. Os muros da autodisciplina são fortalecidos e reforçados quando, com humildade de espírito, a Palavra de Deus é a minha dieta constante e a comunhão com Cristo é minha rotina diária. Pratica a transparência e o auto-juízo a sós com Deus.
Apesar de Billy Graham já ter sido promovido à glória (07NOV1918-21FEV2018), continuaremos a publicar as suas Perguntas/Respostas - novas e em arquivo.
Pergunta: Estive muito doente nos últimos anos, e cada vez que entro no hospital, eu interrogo-me se será o fim. Porém não tenho a certeza se fui suficientemente boa para entrar no Céu. Tentei ser boa pessoa, mas como é que sei se fiz o suficiente? - Srª K. McD.
Resposta: Um dos erros mais graves que podemos cometer sobre o Céu é crermos que podemos chegar lá pelas nossas próprias boas obras. Imaginamos que Deus coloca as nossas boas e más acções numa balança, e o prato que pesar mais determinará a nossa salvação.
Muitas igrejas experimentaram um aumento na frequência depois de implementarem uma programação online durante a pandemia da Covid-19, de acordo com a pesquisa realizada em maio, pela Sociedade Bíblica e pela Ecclesiastical Insurance.
O estudo feito com mil líderes, revelou que 43% das igrejas relataram um aumento significativo na frequência, por causa do uso das plataformas online. 62% dos líderes afirmaram que planeiam continuar transmitindo os cultos online, mesmo após o fim de todas as restrições da Covid-19.
A maioria das congregações entrevistadas usou canais digitais para manter o contacto com os crentes em comunhão, com o surgimento da pandemia, a partir de março de 2020. 93% utilizou o Zoom para realizar cultos públicos e reuniões, 60% usaram o Facebook e 5% o YouTube. Apenas 1% utilizou o Microsoft Teams.