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30-04-2026 - Violência contra Cristãos cresce em diferentes regiões do mundo, revela relatório

Cristão segurando cartaz onde está escrito: "Viva como cristão. Morra como cristão. Orgulho de ser cristão". (Foto: Reprodução/ICC)

Cristão segurando cartaz onde está escrito: "Viva como cristão. Morra como cristão. Orgulho de ser cristão". (Foto: Reprodução/ICC) 

 

     Um relatório divulgado em janeiro de 2026 pelo Instituto Internacional para a Liberdade Religiosa (IIRF) indicou os principais responsáveis por atos de violência contra Cristãos em diferentes regiões do mundo. O levantamento, realizado com apoio da International Christian Concern (ICC), analisou episódios registados entre julho de 2024 e junho de 2025 em cinco continentes: África, Ásia, Europa, América do Norte e América do Sul.

     De acordo com o documento, grupos paramilitares, agentes governamentais, milícias rebeldes e cartéis criminosos figuram entre os principais perpetradores de perseguição religiosa. O relatório destaca que a violência inclui assassinatos, prisões arbitrárias, destruição de templos, deslocamentos forçados e outras formas de repressão motivadas pela fé cristã.

     Em África, grupos armados e milícias islâmicas foram identificados como os principais responsáveis pelos ataques. Entre eles estão organizações conhecidas como ISIS-Moçambique, al-Shabab e Estado Islâmico da Província de Moçambique (ISMP), que atuam no norte do país há anos. No fim de setembro de 2025, mais de 30 Cristãos foram decapitados por militantes islâmicos na região. Segundo a organização Mission Network News, militantes costumam separar Cristãos dos demais moradores antes de cometer os ataques, demonstrando que a violência tem motivação religiosa explícita.

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Anseio por justiça

Vídeo: Você já pensou sobre o que todas as pessoas têm em comum? - Organics  News Brasil

 

     Porque Eu, o Senhor, amo o juízo, e aborreço a iniquidade; Eu lhes darei sua recompensa em verdade e farei um concerto eterno com eles.  Isaías 61:8

     As pessoas sentem-se atraídas por histórias em que o mal é, no fim, castigado. É um tema clássico de livros e filmes. Porque será que isso nos toca tanto? Não será porque o anseio por justiça é um princípio que Deus colocou no coração de toda a humanidade? Paulo explica que os “os Gentios, que não têm lei, fazem naturalmente as coisas que são da lei” (Romanos 2:14). Todos nós temos uma noção inata do que está certo e errado e, aleluia, um dia todos os erros serão corrigidos. A justiça é um atributo imutável de Deus, e Ele prometeu que virá um dia fazer acerto de contas. “Todo vale será exaltado, e todo monte e todo outeiro serão abatidos” (Isaías 40:4). Como ansiamos que Ele cumpra essa promessa.

— Sid Halsband
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29-04-2026 - “Desmontando as mentiras sobre a marijuana”: estudo revela mais consequências da dependência


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20 Years of Marijuana Research: What We Have Learned | Live Science

 

     Um médico continua a dar o alerta sobre os perigos da marijuana, afirmando que novas investigações estão a desmentir as alegações daqueles que defendem o seu consumo e sustentam que a sua legalização foi um passo positivo.

     O Dr. Raymond Wiggins, cirurgião oral e autor de “Desmontando as mentiras sobre a marijuana”, declarou à CBN News que, nos últimos dois anos, foram publicados “inúmeros novos estudos” que lançam luz sobre os perigos associados ao consumo de marijuana.

     “Existem estudos de grande escala, estudos muito influentes, que estão em curso”, disse Wiggins, referindo-se às novas investigações sobre o tema. “Alguns estudos incluem milhões de pessoas, estudos multicêntricos e muitos do que chamamos revisões sistemáticas e metanálises.”


     Segundo ele, estes estudos científicos oferecem uma “imagem muito clara” do que realmente está a acontecer na cultura que rodeia a legalização da marijuana e do seu impacto nos seres humanos.

     “Existem numerosos estudos importantes sobre saúde mental, incluindo depressão e ansiedade, paranoia, perturbações da personalidade, psicose, e muitos estudos recentes sobre os efeitos devastadores da marijuana durante a gravidez”, afirmou Wiggins. “Além disso, outros estudos neste campo mostram uma correlação bastante forte entre o consumo durante a gravidez e a perturbação do espectro do autismo.”

     Continuou: “Alguns dos estudos que temos abordam temas completamente novos sobre os quais realmente não sabíamos muito no passado. Um deles mostra um risco quatro vezes maior de diabetes entre os consumidores de marijuana, e outro mostra um risco seis vezes maior de obesidade entre os consumidores de marijuana.”

     Wiggins refutou algumas das afirmações mais populares sobre a marijuana, sobretudo a ideia de que é inofensiva e não causa morte.

     “Já dispúnhamos de muitíssimos estudos que demonstravam que a marijuana, de facto, mata”, afirmou. “Não mata da mesma forma que os opioides. Geralmente não mata diretamente como os opioides, mas mata através de ataques cardíacos e doenças cardiovasculares, através do suicídio, de acidentes rodoviários, de violência e de muitas outras formas.”

     E não ficou por aí, pois afirmou que outros estudos recentes demonstraram uma relação entre o consumo de cannabis e a mortalidade.

     “Tens duas vezes e meia mais probabilidade de morrer se consumires marijuana do que se não a consumires”, disse Wiggins. “E o risco triplica se tiveres uma perturbação por consumo de cannabis ou dependência.”

     Continuou dizendo: “Por exemplo, no que diz respeito aos acidentes rodoviários, há muitos estudos novos que confirmam que a marijuana prejudica o desempenho ao volante.”

     Wiggins afirmou que se verificou um aumento de 55% nos acidentes rodoviários mortais entre pessoas que consumiram THC, bem como um aumento maciço das lesões entre esses indivíduos.

     Além disso, outros estudos mostram possíveis ligações entre a marijuana e enfartes e problemas cardiovasculares, o que aumenta ainda mais a preocupação. Os acidentes vasculares cerebrais também tendem a ser mais frequentes, afirmou.

     Também merecem destaque os problemas de saúde mental, uma vez que as investigações evidenciam alguns problemas graves nesta área.

     “Foi publicado outro estudo importante que demonstrou um risco quinze vezes maior de psicose — perdão, de esquizofrenia, em particular — em pessoas com perturbação por consumo de cannabis”, disse Wiggins. “E esse mesmo estudo revelou que a esquizofrenia associada à perturbação por consumo de cannabis é três vezes mais frequente nos estados com leis mais permissivas em relação à marijuana.”

- in Faithwire

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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NOTA de esclarecimento importante:

Esta secção de notícias é exatamente isso, e tão somente isso: notícias, visando informar o povo de Deus do que vai acontecendo no mundo. Não significa que subscrevamos princípios, práticas e costumes associados às mesmas. O resto do portal esclarece bem e com rigor o que realmente cremos à luz das Escrituras bem manejadas.

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