Judas, o homem que nunca soube o que era conhecer

"Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade" (João 4:24).
Às vezes penso como seria Judas. Qual a sua aparência, como agia, quem eram seus amigos?

"Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade" (João 4:24).
Às vezes penso como seria Judas. Qual a sua aparência, como agia, quem eram seus amigos?

... [Ele] fez em pedaços a serpente de metal ... porquanto até àquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso ... 2 Reis 18:4
Números 21 retratou o que Deus faria pelo mundo através do Seu Filho. Israel havia pecado, mas Deus providenciara uma serpente de metal, erguida no alto de um poste. Todo o que olhasse, viveria. Contudo, as gerações seguintes esqueceram-se da bondade de Deus, e a estátua tornou-se em objeto da sua adoração. Nós podemos fazer o mesmo. Romanos 1:21 diz: “tendo conhecido a Deus, não O glorificaram como Deus, ... e o seu coração insensato se obscureceu”. Ainda assim, Deus ainda se importa. Crê n’Ele e não perecerás. Olha e vive.
- Charlie Tempest
Choice Gleanings (Respigos Selecionados)

Apesar de Billy Graham já ter sido promovido à glória (07NOV1918-21FEV2018), continuaremos a publicar as suas Perguntas/Respostas - novas e em arquivo.
Pergunta: Quando assisto às notícias aqui no nosso país e ao redor do mundo, tenho pouca esperança de que as coisas melhorem. Mas o que mais me preocupa é que é difícil encorajar os meus filhos adultos, que têm filhos pequenos, dizendo-lhes que as coisas vão melhorar. Quando tento fazer isso, sinto que estou a ser desonesto com eles. No mundo de hoje, isto não é verdade? - H.M.
Resposta: A um nível puramente humano, há pouca esperança no mundo. A imoralidade e a ilegalidade aumentam diariamente. O errado parece estar a ganhar e o certo parece estar a perder a batalha nas mentes e corações das pessoas.

Billy Graham disse uma vez que ser "felizmente incompatível" foi o que o levou a um grande casamento com Ruth, a sua esposa durante 63 anos.
Até há cerca de um mês ou dois atrás, o leitor pode ter sorrido, com esta afirmação tendo-a levado na desportiva.
Mas agora, talvez a sua felicidade conjugal esteja sob tensão, especialmente se estiver a viver praticamente todos os minutos em espaços apertados. As medidas de permanência em casa adotadas para se mitigar a disseminação da COVID-19 fazem sentido teoricamente. Mas quando se trata de se conciliar o trabalho a realizar, com os cuidados que se tem que ter com as crianças, acrescentando a isso as dificuldades gerais da vida, e ainda o próprio casamento, onde jaz a válvula de alívio? Qual é o segredo?

As crianças gostam de baloiçar. Não há nada como isso. Levantar os pés em direção ao céu, inclinar-se tanto para trás que tudo parece estar de cabeça para baixo, árvores a girar, o estômago a encostar à garganta... ah, que bom baloiçar!
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