A Teologia da Substituição II

James A. ShowersCompreendendo as diferenças

    
O Dispensacionalismo é um sistema de interpretação bíblica que vê Deus a trabalhar com a humanidade de formas diferentes em diferentes momentos da história. É baseado numa interpretação literal, consistente das Escrituras. Enquanto a salvação sempre foi pela graça mediante a fé, os dispensacionalistas acreditam que a Bíblia ensina que o propósito final da história não é a salvação do homem, mas sim a glorificação de Deus. Os dispensacionalistas acreditam que Deus tem dois programas distintos para a história: um para Israel e outro para a igreja.

     Dispensacionalismo: Deus começou o parto de Israel com a chamada de Abraão e a condução dele a Canaã, muitas vezes chamada de Terra Santa. Depois, Ele tirou os israelitas do Egito, onde cresceram tornando-se numa nação. No momento em que saíram do Egito, eram milhões.

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O Sermão da Montanha e o Evangelho da Graça de Deus (XL) - Considerações finais 3

crstam.jpgSENHOR, SENHOR
(Mt 7:21-23)


     Os nossos amigos Carismáticos deveriam considerar esta passagem refletidamente, pois muitos supõem que os dons de profecia, expulsão de demónios e as “muitas maravilhas” referidas neste texto são sinais de espiritualidade, quando de facto os carnais Coríntios operavam todos esses milagres e o nosso Senhor aqui, no Sermão da Montanha, indica que Ele dirá a muitos que operaram estes sinais (quando eles estavam em vigor): “Nunca vos conheci: apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade” (Mt 7:21-23).

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O Sermão da Montanha e o Evangelho da Graça de Deus (XLI) - Considerações finais 4

crstam.jpgPEDI, BUSCAI, BATEI
(Mt 7:7-10)

    
Esta passagem encaixa naturalmente em passagens como Mt 18:19 e 21:22, ambas relacionadas com o reino Messiânico. Nós hoje, devemos dar graças a Deus por não recebermos tudo o que pedimos a Deus, mesmo com fé, pois o Apóstolo Paulo, em Rm 8:26 declara que nós “não sabemos o que havemos de pedir como convém”, e sabemos que ele próprio “três vezes [orou] ao Senhor”, a fim de poder ser liberto do seu “espinho na carne”, só para ter o Senhor a asseverar-lhe: “A Minha graça te basta, porque o Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2 Co 12:8,9).

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O Sermão da Montanha e o Evangelho da Graça de Deus (XLII) - Considerações finais 5

crstam.jpgDIVÓRCIO E RECASAMENTO
(Mt 5:31,32)

     Poucos estão cientes do facto que o tema do casamento, divórcio e re-casamento também tem um aspeto dispensacional. As instruções originais de Deus a respeito do casamento (Gn 2:24) foram alteradas – por Deus – com a passagem do tempo e a mudança de circunstâncias.

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O Sermão da Montanha e o Evangelho da Graça de Deus (XLIII) - Considerações finais 6

crstam.jpgSob o programa do reino

     Sob o programa do reino só havia uma única justificação reconhecida para o divórcio – o adultério:

     “Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério” (Mt 19:9).

 

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