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A malignidade do pecado

John Flavel

 

     Se a morte de Cristo foi aquilo que satisfez a Deus em favor dos nossos pecados, existe uma infinita malignidade no pecado, visto que ele não pôde ser expiado de outro modo, senão por meio de uma satisfação infinita. Os tolos zombam do pecado, e existem poucas pessoas no mundo que se mostram verdadeiramente sensíveis a respeito da sua malignidade.

     No entanto, é certo que, se Deus exigisse de si a penalidade completa, os sofrimentos eternos não seriam capazes de expiar a malignidade que se encontra em um só pensamento pecaminoso. Talvez pense que é muito severo o facto de que Deus sujeitaria as suas criaturas aos sofrimentos eternos por causa do pecado e nunca mais ficaria satisfeito com elas. Quando, porém, considerar bem a verdade de que o Ser contra o qual peca é o Deus infinitamente bendito e meditar em como Ele agiu em relação aos anjos que caíram, mudará de ideia. Oh! Que malignidade profunda existe no pecado!

     Se deseja entender quão grave e horrível é o pecado, avalie os seus próprios pensamentos, quer à luz da infinita santidade e excelência de Deus, que é ofendido pelo pecado; quer à luz dos sofrimentos de Cristo, que morreu para oferecer satisfação pelo pecado. Então, obterá uma compreensão profunda a respeito da gravidade do pecado.

     Se a morte de Cristo satisfez a Deus e, consequentemente, nos redimiu da maldição do pecado, a redenção da nossa alma é caríssima. As almas são preciosas e muito valiosas diante de Deus. “Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo” (1 Pe 1.18-19).

     Somente o sangue de Deus é um equivalente para a redenção da nossa alma. Ouro e prata podem redimir-nos da servidão humana, mas não podem livrar-nos da prisão do inferno. Toda a criação não vale a redenção de uma única alma. As almas são muito preciosas; Aquele que pagou o preço da redenção delas pensou nisso. Mas os pecadores vendem por um valor muito baixo as suas próprias almas. Se a morte de Cristo satisfez a Deus no que diz respeito aos nossos pecados, quão incomparável é o amor de Deus para com pobres pecadores! Se Cristo, por meio de sua morte, consumou plena satisfação pelo pecado, Deus pode perdoar com segurança o maior dos pecadores que crer em Jesus.

- John Flavel
(1628-1691)

 

Testemunho

 testemunho

 

     E disseram-lhe: Certamente voltaremos contigo ao teu povo. Rute 1:10

     Noemi havia sofrido gravemente nas várias circunstâncias da sua vida. Talvez fosse por isso que ela deu um mau conselho às suas noras e as encorajou a “voltar” ou a “regressar” às trevas de Moabe. "Voltar" significa "voltar ao local de partida". Apesar das suas dificuldades, ela deve ter previamente ensinado as suas noras sobre a graça de Deus na terra de Deus. Mesmo apesar de ela ter resvalado no conselho que lhes deu, havia um testemunho constante diante delas o tempo todo. É assim que vivemos?

- N. C. Funston

Porque é que Deus permite que isto aconteça?

Billy Graham

 Apesar de Billy Graham já ter sido promovido à glória (07NOV1918-21FEV2018), continuaremos a publicar as suas Perguntas/Respostas - novas e em arquivo.

 

Pergunta: A minha filha deu à luz uma criança com síndrome de Down. Ela tem uma perspetiva admirável deste acontecimento, apesar da situação ser difícil. A atitude dela deixa-me envergonhada porque tenho a tendência de me sentir mais parecida com o marido - desiludida e desesperada. Estamos tristes perante a vida que temos pela frente, mas a minha filha alegra-se em cuidar do bebé. Porque Deus permite que tal aconteça? - D.S.

Resposta: Há muitos anos, milhões de pessoas em todo o mundo foram tocadas pela vida de uma menina que viveu dois anos. O seu nome era Robin e ela nasceu com síndrome de Down. Ela também tinha uma doença cardíaca que lhe dava pouca possibilidade de sobreviver por muito tempo.

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22-12-2018 - Arqueólogos encontram o mais antigo registo sobre Jerusalém, com data de 2 mil anos

 pedra com inscricao de Jerusalem

 

     Muitos debates envolvendo a fé e a ciência dizem respeito ao número de evidências que servem para fundamentar os relatos históricos da Bíblia. Felizmente, a arqueologia bíblica tem tido grande sucesso nesse embate, uma vez que novos achados têm revelado dados que cada vez mais confirmam a historicidade dos textos bíblicos.

     Um exemplo recente foi encontrado sob o Centro de Convenções de Jerusalém (Binyanei Ha’Uma), durante a realização de reformas no local. Arqueólogos encontraram uma pedra com a inscrição de “Jerusalém“, datando cerca de 2.000 anos, o que significa ser o registo mais antigo disponível sobre a cidade de forma clara e em hebraico.

     A palavra não estava isolada. Ela foi inserida na frase ““Hananiah, filho de Dódalos de Jerusalém”, o que representa um dado histórico que vai além da geografia. Ele diz respeito também à existência de figuras humanas, de forma detalhada, o que fundamenta ainda mais a confiabilidade da evidência.

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Sede

poçoáguaviva

     … Jesus, pois, cansado do caminho, assentou-se assim junto da fonte … João 4:6

     Ouvindo a conversa dos turistas que tinham vindo buscar água do poço num vilarejo do resort, lembrei-me que um dia o Senhor Jesus “assentou-se assim junto da fonte”. Pense no Salvador cansado esperando para dar a uma mulher “água viva"! Ainda hoje, Ele quer satisfazer eternamente a sede daqueles que bebem dos poços do prazer, fama e riqueza que nunca satisfazem. Aos tais, Ele diz: "Se alguém tem sede, venha a Mim e beba" (João 7:37).

- Robert Steele

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