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Cristo NÃO é o Messias da Igreja

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     Ultimamente, não sabemos se por moda, se por ser diferente, se por ser fino, ou chique, mas certamente sendo antibíblico, tem-se ouvido alguns referirem-se ao nosso Senhor Jesus Cristo como Messias da Igreja, pois chamam-No repetidamente de Messias.

     Como disse muito bem Robert Brock, “Os Judaizantes tinham vindo à igreja na Galácia tentar colocar os crentes sob a Lei de Moisés. Paulo teve de usar uma linguagem muito forte para repreender estes subvertedores do Evangelho (Gálatas 1:6-9; 3:1-5). Nós temos hoje as mesmas condições. A igreja tem recusado obedecer aos ensinos que Deus deu a Paulo, e consequentemente a grande maioria de crentes está a tentar viver de acordo com a Lei de Moisés, e é ignorante, fraca e carnal a respeito das verdades dinâmicas do Cristianismo”.

     Nos últimos tempos temos estado a assistir ao ressurgimento de judaizantes no meio da Igreja. Os judaizantes contemporâneos fazem tanta questão do seu judaizar que, entre outras coisas erradas à luz da “presente verdade”, estão a chamar erradamente Messias ao Cabeça da Igreja, o Corpo de Cristo, ao nosso Senhor Jesus Cristo, sob a complacência de uma igreja visivelmente iletrada biblicamente.

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Porque é que Jesus não permaneceu mais tempo na terra?

Billy Graham

 
Pergunta: Porque é que Jesus não continuou na terra por mais tempo? Parece-me que Ele poderia ter feito mais bem se tivesse vivido um tempo mais dilatado. Depois, Ele podia ter evitado ser preso e condenado à morte, não podia? – Srª N.N.    

Resposta: Sim, Jesus podia ter evitado a prisão e a morte se tivesse optado por isso – e Ele evitou ambas as coisas durante a maior parte do seu ministério. Por exemplo, quando as pessoas na sua cidade natal de Nazaré tentaram matá-lo, ele escapou deliberadamente (ver Lucas 4:28-30).

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19-03-2018 - Convertido, ex-militante ateu explica as razões que o fizeram mudar de ideia

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     O jornalista Lee Strobel foi um militante ateu durante muitos anos. Quando a sua esposa se converteu, ele determinou-se a provar que o cristianismo era uma “fraude”. Durante dois anos entrevistou especialistas em várias áreas, incluindo História, Teologia e Arqueologia. Ao reunir todas as evidências, chegou à conclusão que estava enganado e converteu-se ao Senhor.

     A sua história de vida foi tema de um documentário (2007) e do filme “Em Defesa de Cristo”. Quando alguns movimentos ateus começaram uma campanha para desacreditar a Páscoa por que este ano ela cairá no dia 1 de Abril, Strobel resolveu rebater as acusações infundadas do movimento do qual ele já fez parte.

     Hoje pastor numa igreja e autor de vários livros sobre apologética, Strobel publicou um vídeo destacando as principais razões pelas quais podemos crer que Jesus Cristo realmente ressuscitou.

     “Quando eu era ateu e trabalhava no jornal The Chicago Tribune, certamente teria achada graça o facto de a Páscoa neste ano cair na mesma data do ‘Dia das Mentiras’. Naquela época, achava que era uma mentira Jesus ter ressuscitado".

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AS RIQUEZAS DE CRISTO NA PROFECIA E NO MISTÉRIO

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     “A mim [Paulo], o mínimo de todos os santos, me foi dada esta graça de anunciar entre os Gentios, por meio do Evangelho, as riquezas incompreensíveis de Cristo” (Efésios 3:8).

     Neste versículo temos uma palavra que os tradutores normalmente traduzem por “incompreensíveis”. Literalmente, na língua Grega, esta palavra significa “não tracejáveis”, Na verdade, as riquezas de Cristo são incompreensíveis no sentido de estarem para além da nossa compreensão, mas o significado da palavra em Efésios 3:8 é “não tracejáveis” e não “incompreensíveis”.

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