
A intolerância religiosa é bastante acentuada no Médio Oriente, mas também há grandes sombras de repressão em outras regiões do mundo. É o caso de Chade, país sem acesso ao mar, localizado no centro-norte da África. Na região, quando alguém se converte e deixa de fazer parte dos rituais das crenças locais, é comum ser acusado de bruxaria.
Outra acusação forte que é realizada para quem deixa os costumes locais para servir a Jesus é a de “conivência com o mal”. Quem abandona a fé local corre grande risco de ter atacado pela sociedade e até mesmo pela própria família. E foi exatamente isso que aconteceu a Samuel, um cristão do sul do Chade, onde a maioria das pessoas adora animais, plantas, rios, montanhas ou fenómenos da natureza.
Recentemente, um primo seu faleceu com a suspeita de apendicite. Mesmo assim, a sua família resolveu pôr a culpa da morte do rapaz em Samuel, afirmando que ele teve aquele problema por conta de alguma feitiçaria que Samuel lhe havia feito.
Ler mais …30-08-2017 - África: Cristão perdoa a familiares após estes incendiarem a sua casa

Cerca de 50 jovens alemães cristãos voaram para Maiorca em julho e agosto como turistas. O seu objetivo era falar com algumas das milhares de pessoas que fazem desta ilha um dos destinos turísticos mais populares da Europa.
Música, uma breve mensagem e testemunhos pessoais foi a maneira de comunicar com aqueles que se divertiam no caminho para restaurantes, bares e discotecas.
Mais de 200 pessoas geralmente ficavam de pé e escutam atividades diárias, que costumavam começar às 21:00. "Muitos permaneceram na reunião inteira apesar de terem outros planos para a noite", disse um dos organizadores.
Ler mais …29-08-2017 - Jovens alemães vão para as praias espanholas de Maiorca para falar do Senhor Jesus...