Qual é a nossa Grande Comissão? (IV)



Em fevereiro de 2015, o mundo todo soube da execução de 21 cristãos egípcios numa praia da Líbia. O vídeo com as imagens deles caminhando, vestindo macacões laranja, tornou-se um símbolo da intolerância religiosa do grupo terrorista Estado Islâmico (EI).
O título do vídeo divulgado pelo EI já continha uma ameaça: “Uma mensagem assinada com sangue para a nação da Cruz”. Segundo a advogada e ativista pelos direitos humanos Jacqueline Isaac, a maior parte do material não foi exibido pelos meios de comunicação.
Eles evitaram mostrar o momento em que as vítimas se negam a converter-se ao islamismo. Alguns dos cristãos fizeram ali suas últimas orações. Quando estavam prestes a ser decapitados, todos gritaram em uníssono “Ya Rabbi Yasou”, uma invocação comum entre os cristãos egípcios, que significa “Ó, meu Senhor Jesus.”
Ler mais …04-10-16 - “Ó, meu Senhor Jesus”, clamaram os cristãos antes de serem decapitados
Pergunta: Eu não cresci numa família religiosa, e eu próprio nunca fui religioso. Será possível que alguém como eu, que nunca teve qualquer religião, se torne religioso? Ou será demasiado tarde (estou quase com setenta anos de idade)? - R. P.
Resposta: Não, nunca é tarde demais qualquer pessoa descobrir a maior verdade que alguma vez pode conhecer: que Deus ama-nos, independentemente de quem somos ou do que tenhamos feito, e que quer receber-nos no Seu lar e tornar-nos Seus filhos para sempre.

A CONFUSÃO PREVALECENTE NESTA COMISSÃO
CAPÍTULO II
CONCÓRDIA E DISCÓRDIA
Existem poucos temas de índole primária, se é que existem alguns, em que todas as denominações e seitas da Cristandade estejam de acordo. Contudo existe um em que quase todos concordam.

Embora a data não seja reconhecida oficialmente, em vários países os ateus comemoram em 30 de setembro o “Dia dos Direitos Internacionais de Blasfemar”. Além de celebrar a sua liberdade de expressão, eles defendem que a legislação internacional pune aqueles que criticam a religião.
Os ativistas do Centro de Investigação, organização que promove os direitos dos ateus, defendem que todas as pessoas possuem os mesmos direitos, logo eles também poderiam criticar as crenças alheias sem serem punidos. Seu principal argumento é que a liberdade de expressão é a base de todas as outras liberdades individuais.
Diferentes grupos vêm promovendo o “Dia da Blasfémia” anualmente, desde 2009. A data de 30 de setembro foi escolhida por ser uma lembrança do dia que um jornal dinamarquês publicou desenhos de Maomé, gerando graves conflitos após os líderes muçulmanos de todo mundo classificarem a iniciativa de “blasfémia”.
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