04-08-14 - Médico missionário norte-americano infetado com vírus do ébola apresenta "melhoras"
O missionário médico norte-americano Kent Brantly (na foto), infetado com o vírus ébola na África Ocidental, mostra sinais de "melhoras", afirmou, este domingo, Tom Frieden, diretor do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, em Atlanta."É encorajador ver que, aparentemente, melhorou. É muito importante e esperamos que continue a melhorar", disse Frieden, numa entrevista ao canal de televisão Fox.
Brantly, de 33 anos, chegou aos Estados Unidos da América no sábado e permanece internado em isolamento no hospital da Universidade de Emory, em Atlanta, na Geórgia.
Mensagem na IQC - Aprendendo com Léia - em 03AGO14, por Patrick Cardoso
Todos os domingos de manhã a Igreja em Quinta do Conde reúne-se às 10:00h para se lembrar do Senhor Senhor Jesus Cristo através Ceia do Senhor que Ele nos legou através do Apóstolo Paulo (1 Cor. 11:23-26) e às 11.00h para a pregação da Palavra de Deus.
"Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes [os que creem] pela loucura da pregação" (1 Cor. 1:21).
"Mas [infelizmente] nem todos obedecem ao Evangelho; pois Isaías diz: Senhor, quem creu na nossa pregação?" (Rom. 10:16).
No entanto, e apesar disso, Cristo "veio a ser a causa de eterna salvação para todos os que Lhe obedecem" (Heb. 5:9).
"Pelo que também damos sem cessar graças a Deus, pois, havendo recebido de nós a palavra da pregação de Deus, a recebestes, não como palavra de homens, mas (segundo é, na verdade), como Palavra de Deus, a qual também opera em vós, os que crestes" (1 Tes. 2:13).
Ler mais …Mensagem na IQC - Aprendendo com Léia - em 03AGO14, por Patrick Cardoso
Ceia do Senhor - A separação do crente para Deus
I Coríntios 10:16-23: “16 Porventura, o cálice de bênção que abençoamos não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é, porventura, a comunhão do corpo de Cristo? 17 Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo; porque todos participamos do mesmo pão. 18 Vede a Israel segundo a carne; os que comem os sacrifícios não são, porventura, participantes do altar? 19 Mas que digo? Que o ídolo é alguma coisa? Ou que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? 20 Antes, digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demónios e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demónios. 21 Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demónios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. 22 Ou irritaremos o Senhor? Somos nós mais fortes do que Ele? 23 Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam.”
Tendo advertido e exortado os crentes de Corinto quanto à sua atitude como cristãos, o apóstolo volta-se agora de novo para o assunto que evidentemente se revelou mais difícil de resolver: a questão de comer carne que havia sido oferecida em sacrifício aos ídolos. E assim recebemos luz tão necessária sobre um tema que hoje parece tão insolúvel como parecia no tempo de Paulo: o problema da liberdade cristã versus amor cristão e consideração, ou dos direitos do crente comprados pelo sangue versus a sua liberdade de renunciar a alguns desses direitos em proveito dos outros.
Com um apelo a que considerassem cuidadosamente o que ele havia dito, ele introduz o seu argumento com algumas questões profundas sobre esse memorial sagrado que no versículo 21 ele chama de “mesa do Senhor”, e no capítulo 11, versículo 20, de “Ceia do Senhor”.
A Graça dá-nos licença para pecar?
Pergunta: Tenho um amigo que está convicto de que o ensino da graça nos dá licença para pecar. Pode dar alguma sugestão de como eu posso confrontar esse raciocínio errado?
Resposta: Qual é a maior motivação para viver para o Senhor? Lei – “Não farás…”, ou Graça – Cristo ama-nos e deu-Se a Si Mesmo por resgate pelos nossos pecados? A que Paulo acrescenta: “Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Romanos 12:1).
Que benefício há em orar por alguém?
Pergunta: Que benefício advém de se orar por alguém que enfrenta uma grave crise de saúde? A pessoa ficará melhor ou não, dependendo de como reage aos medicamentos que toma ou à cirurgia a que se submete. Só porque nós oramos por alguém não significa que a pessoa ficará melhor, na minha opinião. - E.W.
Resposta: Ao ler sua carta, eu não pude deixar de me interrogar se já enfrentou uma grave crise de saúde, seja na sua própria vida ou na vida de alguém que ama. Tenho descoberto que quando as pessoas passam por isso, quase sempre se voltam para a oração - mesmo que não se tenham muito importado com Deus.
Mais artigos …
Pág. 3154 de 4787