15-04-13 - Papa diz que apenas a Igreja é capaz de interpretar as Escrituras e coloca estas ao nível da tradição

O papa Francisco expressou na passada sexta-feira o seu compromisso com o pleno respeito à tradição da Igreja, a única habilitada a interpretar corretamente as Escrituras, e rejeitou "a interpretação subjetiva", no seu primeiro discurso ante o Comité da Bíblia do Vaticano. Nesta intervenção a "especialistas" - e não apenas para fiéis, como a maioria dos seus discursos do último mês - o papa jesuíta fez uma longa referência a um texto do Concílio Vaticano II ( 1962-1965), a Constituição "Dei Verbum" ("A Palavra de Deus"), sobre o papel da Igreja.
Até ao momento, ao contrário de Bento XVI, o novo papa pouco tinha mencionado o Concílio, ao qual ele é o primeiro pontífice das últimas décadas a não ter participado. Uma omissão surpreendente.
"O Concílio lembrou com grande clareza: tudo o que está relacionado com a maneira de interpretar as Escrituras está, em última análise, sujeito ao julgamento da Igreja, que realiza o seu mandato divino e o ministério de preservar e interpretar a palavra de Deus".
Pergunta: Eu fui a um funeral de um vizinho noutro dia, e as pessoas que falaram nem sequer mencionaram Deus, o Céu, ou qualquer coisa dessa natureza. Tudo o que falaram foi sobre a pessoa que morreu e como devemos tentar ser como ela. É esta a moda nos funerais e serviços fúnebres hoje? – Srª S.Q.
Hoje conheci o irmão de uma cantora minha amiga. Ele é policia mas também gosta de cantar. Converteu-se em Junho, e no exercício da sua função pensa na Palavra e pede a ajuda do Espirito Santo.