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29-11-10 - Loja retira brinquedo infantil (porco) para não ofender muçulmanos e judeus

farm.jpg     Empresa britânica tomou esta decisão após reclamações; o animal é impuro para as duas religiões.

     Uma loja de brinquedos no Reino Unido retirou os porquinhos de um brinquedo que imita uma quinta para crianças. A empresa alegou que o animal ofende famílias muçulmanas e judias, para quem o porco é um ser impuro.

     A notícia foi publicada pelo jornal britânico The Sun. O tablóide conta que uma mãe reclamou da falta do porquinho, anunciado na embalagem, à loja Early Learning Centre. Os funcionários disseram, então, que o porco foi retirado por motivos religiosos.

     A mãe, que havia comprado o brinquedo para a sua filha, disse que a quinta continha um chiqueiro vazio, e que ainda emitia barulhos semelhantes aos de um porco, quando se pressionava um botão.

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Posso cometer uma ilegalidade para salvar o meu emprego?

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Pergunta: Sinto-me apanhada num laço. O meu chefe está a pressionar-me para fazer algo ilegal, e eu não quero fazer isso porque sou Cristã e sei que isso seria errado. Eu preciso desesperadamente do meu trabalho, mas não sei por quanto tempo eu vou conseguir usar de evasivas. O que devo fazer? - Sra. P.B.    

Resposta: Deixe-me dizer-lhe primeiro o que não deve fazer: não deve ceder à exigência do seu chefe para que faça algo de errado. Se é ilegal, pode expor-se a acusações mais tarde - mas, além disso, se ceder comprometerá a sua fé e fará algo que vai trazer desonra a Cristo.

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28-11-10 - Comunidade mórmon quer derrubar veto à poligamia no Canadá

templo-mormon-159x240.jpg     Uma comunidade mórmon do Canadá apelou ao Supremo Tribunal da Columbia Britânica para descriminalizar a prática da poligamia no país.

     Robert Wickett, advogado da comunidade de Bountiful, localizada na Columbia Britânica, disse nesta quinta-feira na suas declarações iniciais que a criminalização da poligamia viola o direito de liberdade de religião das pessoas.

     Wickett alega que a proibição foi criada originalmente para criminalizar a prática comum entre os mórmons até aos anos 50.

     O advogado afirmou ainda que vai convocar 16 testemunhas, a maioria mulheres da comunidade de 550 pessoas. Segundo Wickett, elas temem que a criminalização da poligamia destrua as suas famílias e devem dar ao tribunal uma perspectiva da vida na comunidade.

     A primeira testemunha será ouvida na próxima segunda-feira (29) e o julgamento deve se extender até janeiro de 2011.

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